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quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

365 gay: news



Psychoanalysts call for end to military gay ban


(New York City) The American Psychoanalytic Association is calling on Congress to repeal “Don’t Ask, Don’t Tell,” the law the bars gays from serving openly in the military.

In its convention this month in New York City, the APsaA passed a resolution opposing the ban.
“It is the position of APsaA that sexual orientation is not germane to any aspect of military effectiveness, including unit cohesion, morale, recruitment or retention,” the resolution says.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

do inominável




PS quer esclarecimentos sobre discriminação de homossexuais como dadores de sangue




O PS quer esclarecimentos da ministra da Saúde sobre a alegada discriminação de homossexuais como dadores de sangue, após queixas de vários cidadãos.
As queixas de vários cidadãos encontraram eco no PS, que, deste modo, vai fazer um requerimento pedindo explicações à ministra da Saúde.
Paulo Pedroso, um dos deputados do PS que pretende esclarecimentos, disse que «há relatos de interrogações sobre a orientação sexual e não sobre nenhum comportamento em concreto, sendo que o gesto voluntário e solidário de dar sangue lhes fica por essa via impossibilitado».



(ler mais)

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

breve cronologia

1974/2009; 35 anos de luta (por fernanda câncio)


1974

A associação dos psiquiatras americanos retira a homossexualidade da lista das patologias. Em Portugal, um manifestode homossexuais é repudiado pelo general Galvão de Melo na TV: “O 25 de Abril não se fez para as prostitutas e os homossexuais reinvindicarem”.

1976

É aprovada no parlamento eleito a Constituição da República, que estabelece a igualdade de todos os cidadãos perante a lei, assim como a reserva da vida íntima.

1982

É revogado o CódigoPenal (CP) de 1886, que no artigo 71º punia com “medidas desegurança -- internamento “em manicómio criminal”, “casa de trabalho ou colónia agrícola” (por período de seis meses a três anos, para trabalhos forçados), “liberdade vigiada”,“caução de boa conduta” e “interdição do exercício de profissão”– quem se entregasse “habitualmente à prática de vícios contra a natureza”, práticas essas que “agredissem” o “princípio básico da moral sexual” e “o primado da sexualidade genital e da reprodução”. Mas cria-se um novo crime (artigo207º),“Homossexualidade com menores”, punindo com prisão até três anos “quem, sendo maior, desencaminhar menor de 16 anos do mesmo sexo para a prática de acto contrário ao pudor, consigo ou com outrém do mesmo sexo”.

1989


Uma portaria de inaptidões para o serviço militar classifica como doença mental os “desvios e transtornos sexuais: homossexualidade e outras perversões sexuais” . Quem manifestar tal “desvio” é inapto.

1991

Surge o primeiro grupo organizadode defesa dos direitos LGBT. É o Grupo de Trabalho Homossexual, integrado no Partido Socialista Revolucionário, um dos partidos que virá em 1999 a unir-se no Bloco de esquerda.

1992

A Organização Mundial de Saúde retira a homossexualidade da lista das patologias.

1995

Nova revisão do CP substitui o artigo 207º pelo 175º, “Actos homossexuais com menores”. Prevê-se que “quem, sendo maior, praticar actos homossexuais de relevo com menor entre 14 e 16 anos, ou levar a que eles sejam por este praticados com outrem, é punido com pena de prisão até 2 anos ou com pena de multa até 240 dias”. Entre pessoas da mesma idade mas de sexo diferente, só há crime se houver “abuso de inexperiência”.

1996

Os Verdes propõem incluir no artigo 13º da Constituição a proibição da discriminação em função da orientação sexual. Abstenção do PS e votos contrários do PSD e do PP impedem aprovação. São criadas a associação ILGA-Portugal e o Clube Safo (associação lésbica).

1997

É publicado o despacho do Ministério da Administração Interna n.º 13/97, que declara inaptidão à admissão na PSP de “personalidades psicopáticas de qualquer tipo, particularmente anormais sexuais, em particular invertidos”. É celebrado o primeiro arraial pride no Príncipe Real, fundadada a associação Opus Gay e ocorre o I Festival de Cinema Gay e Lésbico, com o apoio da Câmara de Lisboa.

1998

É publicado o manifesto dos grupos homossexuais, com várias exigências, entre as quais a inclusão da não discriminação em função da orientação sexual no artigo 13.º da Constituição, o reconhecimento das uniões de facto e do acesso à adopção. O casamento não faz parte das reivindicações.

1999

Entra em vigor o Tratado de Amesterdão, que consagra a proibição da discriminação em função da orientação sexual . É, em Março, revogada a tabela nacional das inaptidões aprovada em Janeiro e na qual a homossexualidade surgia como “deficiência”. O provedor de Justiça declara “constitucionalmente intoleráveis” as restrições constantes nas tabelas de inaptidões do serviço militar e da PSP. É aprovada uma lei das uniões de facto, proposta pelo PS, que exclui casais do mesmo sexo.

2000


Primeira parada do Orgulho Gay desce a Avenida da Liberdade, em Lisboa.

2001

O Parlamento aprova uma lei das uniões de facto que inclui os casais do mesmo sexo, excluindo-os da adopção.

2003

O novo Código do Trabalho proíbe a discriminação do trabalhador com base na orientação sexual.

2004

A orientação sexual é incluída no artigo 13.º da Constituição, em votação parlamentar.

2005

A ILGA-Portugal lança uma petição pela igualdade no acesso ao casamento. Recolhe mais de 7000 assinaturas. O Tribunal Constitucional (TC) reputa de inconstitucional o artigo 175.º do Código Penal.

2006

Teresa Pires e Helena Paixão tentam casar-se numa Conservatória de Lisboa. Sucessivas recusas levam o caso até ao TC, onde aguarda decisão.

2007

A revisão do Código Penal elimina o artigo 175.º e inclui, no novo crime de violência doméstica, os casais do mesmo sexo, assim como, entre as circunstâncias agravantes dos crimes, o ódio baseado na orientação sexual.

2008

A secretária de Estado Idália Moniz garante que os casais do mesmo sexo estão excluídos das candidaturas a família de acolhimento, apesar de a lei admitir unidos de facto. Decorre, a 3 de Outubro, a audição parlamentar de apreciação da petição a favor do casamento das pessoas do mesmo sexo. A 10 de Outubro, será votada a petição, assim como os projectos de lei do BE e de Os Verdes sobre o mesmo assunto, com chumbo anunciado.

2009

A 18 de Janero, na apresentação da sua moção para o congresso a ter lugar em Fevereiro, o secretário-geral do PS e primeiro-ministro José Socrates afirma como prioridade "o combate a todas as formas de discriminação e a remoção, na próxima legislatura, das barreiras jurídicas à realização do casamento civil entre pessoas do mesmo sexo".No dia seguinte, o ministro dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva, precisa: "A moção apresentada pelo secretário-geral do PS contempla a remoção das barreiras jurídicas à celebração de casamentos entre pessoas do mesmo sexo. Não propõe mais nada. Se o congresso aprovar a moção, a posição do PS continuará a ser contrária à adopção de crianças por parte de casais formados por pessoas do mesmo sexo".

(cronologia abreviadíssima da luta pelos direitos dos homossexuais em portugal. publicada no dn de sábado 4 de outubro e actualizada)
retirado daqui

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

normalidade?

vale a pena ouvir (discussão profícua na jugular e 31 da armada, ao vivo, no Rádio Clube)



Janela Aberta - Polémica na Blogosfera

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

prioridades





A segunda prioridade na promoção da igualdade é o combate a todas as formas de discriminação e a remoção, na próxima legislatura, das barreiras jurídicas à realização do casamento civil entre pessoas do mesmo sexo.
(aqui)


Portugal será provavelmente o 7º ou 8º país do Mundo a garantir a igualdade de acesso ao casamento civil para casais do mesmo sexo!

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

amor em tempos de cólera

Afinal o amor pode durar para sempre


Estudo. Infelizmente, só acontece a uma (afortunada) minoria: largos anos depois, alguns casais mantêm acesa a paixão dos primeiros instantes. Uma questão de química, dizem os investigadores da Stony Brook University
"Apaixonados como no primeiro dia? Impossível, não podem estar a falar a sério". Durante muito tempo, foi justamente isso que Arthur Aron pensou, ao ouvir casais afirmarem que a chama da paixão se mantinha acesa após mais de 20 anos de vida em comum. Mas, e se estivessem, de facto, a falar a sério? Psicólogo da Stony Brook University, de Nova Iorque, nos Estados Unidos, Arthur Aron ficou intrigado com estes relatos de eterna felicidade conjugal e, afinal, é mesmo assim: o estudo que conduziu indica que, para uma afortunada minoria - um em cada dez dos casais analisados -, o amor pode mesmo durar a vida inteira. [ver o resto aqui]


Dário de Notícias, 05/01/09




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sábado, 3 de janeiro de 2009

sociedade civil

embora com algum tempo de atraso, vale a pena ver, pelo que é dito de válido e pelas "perólas" de alguns interlocutores (como esta, a propósito da homosexualidade no mundo animal, "há uma espécie de erro, de vez em quando o macho engana-se, engana-se, quer dizer, mas isso não quer dizer que seja uma opção do macho" por daniel serrão)


http://ww1.rtp.pt/multimedia/index.php?pagURL=arquivo&tvprog=23283&idpod=17958&formato=flv&pag=arquivo&pagina=4&data_inicio=&data_fim=&prog=23283&quantos=10&escolha=


sociedade civil, 6 de outubro 2008, RTP2

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

novas secções para 2009




Pink Icons!



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Magazine Covers!

cover out magazine



Movies & Books!



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he MAN News!


Ruby-Sachs: Gay in 2008



By Emma Ruby-Sachs, Blogger, 365gay Agenda Blog 12.22.2008

A review of this year's successes and failures. Read more...



e claro, sempre, he MAN!!!




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[eric dane]


(aberto a sugestões, sempre)

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

antony & the johnsons



19 de Janeiro The Crying Light
14 de Maio, Coliseu dos Recreios


terça-feira, 16 de dezembro de 2008

zsolt szigetváry

excerto do texto que apela à
descriminalização da homossexualidade,
a apresentar pela França à ONU,
visto aqui

« Nous avons l’honneur de faire cette déclaration sur les droits de l’homme, l’orientation sexuelle et l’identité de genre au nom de […].

1- Nous réaffirmons le principe d’universalité des droits de l’homme, consacré dans la Déclaration universelle des droits de l’homme dont nous célébrons le 60ème anniversaire cette année, et qui prévoit en son article premier que « tous les êtres humains naissent libres et égaux en dignité et en droits » ;

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[foto de Zsolt Szigetváry]

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

brokeback mountain





O beijo entre Heath Ledger e Jake Gyllenhaal cortado na TV italiana
10.12.2008




Espectadores viram, em "Brokeback Mountain", a história de amizade entre cowboys hetero.
Os espectadores italianos que viram esta semana na RAI 2 o filme " Brokeback Mountain" (2005), de Ang Lee, viram... uma história de amizade entre dois cowboys hetero. As duas cenas de amor entre Heath Ledger e Jack Gyllenhall foram cortadas, o que provocou, segundo noticia o "Guardian", acusações violentas, por parte de associações dos direitos homossexuais, de que em Itália cresce a homofobia.


"A necessidade de transformar um filme sobre o amor homossexual num filme sobre a amizade hetero diz muito do actual clima cultural", é a opinião de Franco Grillini, presidente da associação Gaynet.


Cenas cortadas: o beijo entre Ledger e Gyllenhaal e a cena de amor dentro da tenda. (Para um transsexual, e ex-membro do parlamento italiano, Vladimir Luxúria, a versão emitida parecia "a Mona Lisa sem a cabeça").



"Claro que não é o sexo que provoca medo, mas os sentimentos entre dois homens", continuou FrancoGrillini, notando que uma cena de sexo heterossexual foi deixada no filme. E notou o "La Reppublica" a coincidência: o "corte" aconteceu poucos dias depois do Vaticano ter atacado uma proposta da União Europeia para serem condenadas as descriminações contra homossexuais.


A televisão italiana defende-se: os cortes foram um erro, não houve intenção, por isso a versão integral do filme vai ser exibida. A cópia, segundo o director geral da Rai, Claudio Cappon, tinha sido disponibilizada apenas para uso no horário não adulto. Nada disso impediu que um senador, Luigi Vimercati, considerasse a história um "embaraço" e pedisse a abertura de um inquérito parlamentar.


O "La Stampa" perguntou: "Quem roubou o beijo homossexual?".



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