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domingo, 16 de janeiro de 2011

joe manganiello


Minha memória perde em sua espuma o sinal e a vinha. Plantas, bichos, águas cresceram como religião sobre a vida - e eu nisso demorei meu frágil instante. Porém teu silêncio de fogo e leite repõe a força maternal, e tudo circula entre teu sopro e teu amor. As coisas nascem de ti como as luas nascem dos campos fecundos, os instantes começam da tua oferenda como as guitarras tiram seu início da música nocturna.

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O AMOR EM VISITA, Herberto Helder



segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

pink icons




Esse beijo afundou-se-me até às unhas



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[herberto helder // brokeback mountain]

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

raoul bova




Tu és o nó de sangue que me sufoca.


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Dormes na minha insónia como o aroma entre os tendões
da madeira fria. És uma faca cravada na minha
vida secreta. E como estrelas
duplas
consanguíneas, luzimos de um para o outro
nas trevas.


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[herberto helder, a carta da paixão]

sábado, 6 de dezembro de 2008

nicolas cage

Um corpo tem a lembrança excessiva de outro corpo
um corpo já não tem imaginação
não tem paciência com nenhum outro corpo



Oh cortinas, cortinas e ninguém vê Iniji



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[Henri Michaux, Iniji,
versão de Herberto Helder]

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