sexta-feira, 14 de novembro de 2008

gerard butler

E, por instantes, não há ninguém que oiça, nem ninguém que escute. Depois, um grito. O homem que olhava fecha os olhos também sob o impulso de uma tentativa que o transporta e ergue, ergue-lhe então o rosto para o céu, um rosto revulso. E grita.

Gerard Butler

[marguerite duras, o amor]

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